Como no cinemaAo menos ter o direito de criar imagens,
simular gestos, disfarçar a realidade,
não pode me ser negado...
Viver aqueles doces momentos,
cinematográficos, exaustivamente
ensaiados e interpretados,
desta vez com paixão...
Explosão de realidade,
sem medo de ver, a seguir,
o estúdio vazio, a faina encerrada
e meu peito partido...
Doce ilusão.
Repetida e doce ilusão!








