Para onde foram aqueles versos,
meus versos assustados,
franzinos, covardes?
Certamente romperam distâncias
e na ânsia por fugas,
ultrapassaram limites, divisas,
fronteiras, incógnitos, cobertos
de disfarces e forçados sotaques.
Andaram estradas, caminhos, trilhas
e vazantes e a soma destes instantes
modificaram nuances e rimas.
Não mais os localizar soa prudente,
maduro.
Deixa que repousem no escuro...
ilustração obtida no alquimiasubmersa.blogspot.com



.jpg)





