Nunca mais
caminharás nos caminhos naturais.
Nunca mais te poderás sentir
invulnerável, real e densa -
Para sempre está perdido
o que mais do que tudo procuraste.
A plenitude de cada presença.
E será sempre o mesmo sonho, a mesma ausência.
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MAR NOVO
Este é o tempo
da selva mais obscura.
Até o ar azul se tornou grades
e a luz do sol se tornou impura.
Esta é a noite
densa de chacais
pesada de amarguras.
Este é o tempo em que os homens renunciam.
2 comentários:
Dois poemas da Sophia que nunca poderemos esquecer. Que dizer da poesia dela, senão que a amamos e não nos cansamos de a ler?
Beijos.
Ao passar pela net afim de encontrar novos amigos e divulgar o meu blog, me deparei com o seu que muito admiro e lhe dou os parabéns, pois é daqueles blogs que gostaria que fizesse parte de meus amigos virtuais.
Pois se desejar visite o Peregrino E Servo. Leia alguma coisa e se gostar siga, Saiba porém que sempre vou retribuir seguindo também o seu blog.
Minhas cordiais saudações, e um obrigado.
António Batalha.
http://peregrinoeservoantoniobatalha.blogspot.pt/
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