domingo, 8 de fevereiro de 2015

Meu porto



para quem espero...


Não se apressa este tempo,
cascavel lenta, gorda e
sem fome,
calendário preguiçoso.

Soubesse ele da minha
imensa aflição,
já teria chegado ao
porto que quero,
teria cumprido sua missão.



ilustração:














4 comentários:

Ateliê Tribo de Judá disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vivian disse...

...a magia consiste em saber-se entregar à espera sem tempo!

um beijo, querido poeta
misterioso!

Solange Duarte disse...

como sempre, teus poemas me encantam..

bjs.Sol

Nádia Santos disse...

O tempo parece está sempre dizendo pra gente: não estou nem ai para tua pressa...
Xero