sábado, 21 de junho de 2014

Sons



Ali,
tomada pela fúria da
ausência das palavras,
sentindo o gosto de sangue
do silêncio persistente,
busque nos meus olhos,
iluminados,
a vibração de ruídos
que nos permita,
ao menos,
sobreviver...





ilustração obtida no juzice.blogspot.com.br

7 comentários:

Ateliê Tribo de Judá disse...

Entre o silêncio e os sons muitas coisas são expressas e traduzidas no brilho do sonhar e viver.
Basta amar para entender.
beijos
Joelma

marlene edir severino disse...

As palavras estão silenciadas
Quem sabe aguardam o aceno

Evanir disse...

Desejo a você tudo de mais lindo e especial
que existe nesse mundo,
que conquiste todos os seus sonhos
e objetivos, que possas
estar com saúde junto da sua linda família .
Deus abençoe seu Domingo beijos
no seu coração.
Evanir.

Valéria disse...

Os olhos sempre mais do que as palavras.
Iluminados, então, podemos dizer que chegam a ser o porto seguro.
Interessante.
Valéria

Patrícia Pinna disse...

Boa noite, Rangel.
Belíssimo, querido.
Quando há a ausência das palavras existe o fel, o amargor, e isto, realmente, vai esvaziando ainda mais a nossa existência, que luta ferozmente.
Parabéns.
Tenha uma semana de paz.
Beijos na alma.

http://redescobrindoaalma.blogspot.com.br/(blog pessoal)

http://carinhosemselosdosamigos.blogspot.com.br/ (blog pessoal)

http://refugio-origens.blogspot.com.br/(blog onde escrevo nos dias 09 e 23 de cada mês)

Graça Pires disse...

Entre as palavras ausentes e o silêncio em sangue está o poeta com um excelente poema.
Um abraço.

Ana Tapadas disse...

Belo poema!
Obrigada pelas suas palavras.
Espero trocar visitas/comentários.
bj