sábado, 10 de dezembro de 2011

Canções de amor


Eles dançavam na calçada,
onde ninguém fazia isso.
Eles desafiavam as estrelas,
onde elas mais brilhavam.

E cantavam canções de amor.
Onde ele nunca existiu...



ilustração: La danse with nasturtiums - Henri Matisse

12 comentários:

Valéria disse...

Poeta, precisamos ser ousados!
O amor é ousado!
Adorei.
Valéria

Célia disse...

Autenticidade move a nobreza do amor. Ser tão somente!
Abraço, Célia.

Solange disse...

em poucas palavras,
vc mostra aqui, que quando ama desafia qualquer distância..

bjs.Sol

Haydee Cerantola disse...

Qui prazer estar aqui...!!
Poeta Parabéns pelo bom gosto do seu blog. Parabéns pela sua Poesia.

Saudações Poéticas...!!

"Alma Exposta"
http://haydeecerantola.blogspot.com

Carla Fernanda disse...

O amor abrindo atravessando fronteiras e conquistando estrelas.
Lindo!
Feliz domingo de Advento!
Carla

Ivana disse...

Olá Rangel
Belo poema, me fez pensar nas pessoas iluminadas que eu conheço, onde eles estão existe alegria, amor, porque neles existe uma essência otimista, boa, de paz e bem. Muito obrigado pela sua visita, uma abraço, uma ótima semana.

Soraya Chaude disse...

Teu cantinho me fascina...
Os teus poemas me encantam...
recebe o meu beijo poeta...

Anne disse...

Rangel

E tem como definir 'amor'? Quanto mais eu vivo menos consigo... :-)

beijão e um Natal cheio de coisas boas pra ti.

Anne

Fernanda Fávero Alberti disse...

Ilustração digna de uma singela poesia.
Voltarei sempre aqui, mesmo sem ser convidada.

Fernanda F.

Eloah disse...

Nem sempre o bastante é o suficiente, mas a alma desafia as estrelas, sonha e canta suas canções de amor.
Parabéns pelo poema.Bjs Eloah

Diana Moreira disse...

"E cantavam canções de amor
Onde ele nunca existiu."


Isso não é poesia da palavra. É uma força imensurável demais pra ser símbolo, signo, pouco

- à Alma.

Katiúcia Almeida disse...

Amar é simplesmente isso...
Deixar a imaginação transformar seu momento...
Deixar o silêncio desafiador permanecer por toda a vida entre canções inexistentes!

Grande abraço!
Amo teus poemas... Feliz Ano Novo*