sábado, 18 de junho de 2011

Amargo doce!

Não sabia qual a idade dele. Sabia da sua visível velhice, mas não dos seus números. Não era necessário saber. Necessário era ouvir o que o velho dizia. Mesmo amargurado, mesmo falando com rancor suas palavras ainda soavam como música e sua boca ainda cheirava a doce e a manhãs frias...
Ainda!


Ilustração: flickr

10 comentários:

Marcia disse...

Bom fim de semana querido belissimo post bjs

Franco disse...

Oi!
Assim como a juventude,a velhice é passageira;mas o pensamento,o sentimento,não,esses são eternos.
Um beijo.

Lu Nogfer disse...

Depois da infancia, em que nada se sabe, nem nada tem com que se preocupar...a idade da sabedoria ainda é a mais bela!

Bom fim de semana!

Doce beijo!

Cecilia Ferreira disse...

Muito bonito! Lindo,aliás! Obrigada por me sguir.Sigo-o a partir de hoje tb. Abraço.

* Verinha * disse...

São eles que nos trazem grandes lições de vida..

Beijocas super em seu coração Rangel e um lindo fim de semana para você!


Verinha

Tania regina Contreiras disse...

Quando o grito dá lugar aos sussurros da velhice, é ora de aguçarmos os ouvidos para a sabedoria.
Muito bom...
Beijos,

Anne M. Moor disse...

A velhice traz a sabedoria dos maduros.

beijos
Anne

Iracema disse...

Para mim nao existe velhice!
Mil beijos
Mil cores

Valéria disse...

Rangel, enxergar o outro, importante isso.
Enxergá-lo no todo!
Os conhecimentos acumulados, os sentimentos vividos, as marcas em cada ruga do rosto... mas, principalmente, a "alma".
Vc é o poeta da Almatua, da almaminha, da almadetodos!
Valéria

Sαmyrα Almeidα disse...

Olá querido!

Obrigada por seguir meu blog...seguindo e lendo vc tbém.

Bjões^^