quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Relances...


Que fazer de um lapso de
memória, de brancas e nulas
lembranças de passados tão
distante, de tempos nem tanto?
Encarar o nada, o vazio,
lamentar os sorrisos não
identificados, os sorrisos tão
perdidos, o tempo desconhecido.
E é na distância entre doces e
idas carícias e incertezas que
tua imagem, difusa, me 
assombra, me assalta e,
novamente, toma conta de mim...



ilustração retirada do site serprooltrj.wordpress

6 comentários:

intervalo disse...

Poeta,tua poesia está a cada dia mais bela,a intensidade das palavras é poeticamente maravilhosa.Beijos.Lia...

Anne M. Moor disse...

Um poetar tão cheio de memórias para um final de noite... :-)

Lindo!

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Querido poeta

Há imagens e recordações que perduram para além do tempo.
Lindo sempre.

Um beijinho
Sonhadora

Mara Ribeiro disse...

Muito lindo! Recordações fazem moradas em nossos corações...e lá ficam para sempre.
Bjo no coração.

Poliana Rios disse...


Vida...

Que fazer de um sonho acalentado de palavras regado e perdidas no tempo?
Apenas puxar pela memória entre doces e idas carícias o tempo desconhecido...

Beijo
Maluquinha

Lu Nogfer disse...

Rangel

Somos assombrados e assaltados muitas vezes pelos nossos proprios fantamas. E as vezes eles nos sao tao necessarios.

Intensa a sua poesia.

Beijos, poeta

PS:Hoje eu estou tao feliz, sabia?