Ali, abandonado ao sol, inerte, testemunhando a movimentação das pessoas, cegamente apressadas, cada qual em sua faina. E os carros, atrevidos, ruidosos, brilhantes, coloridos, a disputarem, violentos, cada centímetro. E os relógios, velozes, querendo chegar com tanta pressa a lugar nenhum.
Ali, abandonado ao sol, inerte, ele sente, sabe, que tudo segue dentro da normalidade...
Seu poema levou-me a refletir sobre a sabedoria e serenidade que só adquirimos com o passar do tempo terreno. Ao sol, à lua, à chuva, ao tempo enfim percorremos com nosso olhar a velocidade física de quem não cultiva sua alma... é a normalidade dos tempos! Belo poema! Abraço, Célia.
6 comentários:
Mas o sol não deixa de ser uma boa companhia.
Rangel :-)
Ainda bem! Aproveita o calorzinho gostoso do sol a te abraçar...
beijão
Anne
Dentro da normalidade já é algo muito bom.E o sol então? Aqui a Ilha se enfeita de sol, flores e cores.O coração também.Mensagem firmada.Bjs Eloah
Seu poema levou-me a refletir sobre a sabedoria e serenidade que só adquirimos com o passar do tempo terreno. Ao sol, à lua, à chuva, ao tempo enfim percorremos com nosso olhar a velocidade física de quem não cultiva sua alma... é a normalidade dos tempos!
Belo poema! Abraço, Célia.
O que é a normalidade? Boa ou ruim?
:)
Beijos
Excelente, maravilhoso!
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