domingo, 29 de abril de 2012

Cai o Império



Eles caem, é sina!
Desmascaram-se os reis,
abalam-se podres monarquias,
abre-se uma lacuna,
profunda, larga,
intransponível...


A vida ganha novos e claros contornos.
Os reis
e sua prole de príncipes belos,
vazios e loucos,
já não governam.


Já não conseguem mais
preservar tramas, segredos e
mentiras.
Já não conseguem mais
provocar lágrimas de piedade
e de sangue.


Já não conseguem!!!




Ilustração retirada do site bethmichel.com.br

4 comentários:

Célia Rangel disse...

A governabilidade não está nos títulos, muito menos no poder, mas tão somente na inteligência do "savoir faire".
Belo pensar, poetando!

Franco disse...

Crítico poema,é difícil manter essa posição,com qualidade,ao fazer um poema assim.
O teu está ótimo!
Parabéns e Abraços.

Confesso disse...

Amado...

Há justificativas e pretextos enganosos, mentirosos, a verdade, no entanto, sempre surge, mesmo que tardia...


Beijos Confessos

Anne M. Moor disse...

Rangel

Agora que me dei conta da mudança do teu 'visual'. Gosteiiiiiiii!

beijão
Anne