terça-feira, 4 de novembro de 2008

Como sempre


Como sempre

O vento batia forte no meu rosto,
mas não me impedia de ver
o caminho.
Olhos cerrados.
A garganta, seca, era pouco
comparada à ausência de tudo,
ao nada,
ao desconforto total.
E eu só!
Como nos velhos tempos!
Como sempre!


Um comentário:

armalu disse...

ja não estas só estou aqui