terça-feira, 30 de junho de 2009

Moinhos de vento


Desbravar verdades inabaláveis.
Ultrapassar intransponíveis barreiras.
Como se disto dependesse minha sobrevivência.
Buscar nos seus detalhes as armadilhas
disfarçadas, prontas a me engolir.
Encontrar os pontos vulneráveis
de tantas certezas,
inquestionáveis muralhas.

Lutar corajosamente a batalha da vida,
derrotar imbatíveis moinhos de vento
e receber como recompensa o sorriso
da minha princesa.

Subverter a ordem natural das coisas.
Mudar destinos...
O meu e o teu!


Ilustração: Flickr



9 comentários:

Rosemildo Sales Furtado disse...

É realmente um tipo de sacrifício, que sempre valeu a pena, principalmente, havendo merecimento.

Ótimo amigo. Bastante profundo.

Abraços,

Furtado.

intervalo disse...

Boa noite Poeta,adorei surpresa,obrigada.Desejo que tenha sonhos poéticos.beijoss com carinho meu

Vivian disse...

...este mesmo vento que
move moinhos,
trouxe-me até aqui para
mais uma vez encantar-me
com o poeta que acaricia
a tristeza nas letras
de seus poemas.

um beijo, querido lindo!

muahhhhhhhhhhhhh

Érica disse...

Um sorriso como prêmio é a coisa mais linda que se pode receber em troca de uma conquista. Adoro sorrisos, os sinceros então...
Beijos

Anne M. Moor disse...

Rangel,
Este teu poema demonstra a tua força...

Agarra-te ao poetar que certamente teu sorriso está contigo!

Belíssimo

Beijos

Lu Nogfer disse...

É como disse Fernando Pessoa "Tudo vale a pena quando a alma nao e pequena"

...E coragem é o que nao lhe falta nem belas e doces palavras!

Beijos

Maris Morgenstern disse...

acho q deviamos nos dispor mais vezes a enfrentar o mundo por um sorriso

Sonia Schmorantz disse...

Saudosos moinhos de vento, que enfeitam paisagens e trazem doces poemas, como o seu.
abraço

LomiAyurveda disse...

Certifica-te amigo de que o sorriso está mesmo lá á tua espera, antes que se transforme num vendaval de desilusão...

Não há sonhos impossíveis, há uma percepção limitada do que é possível ...

Tantas vezes acusamos, desacreditamos e complicamos o que está á distância de um pequeno nada...as batalhas travam-se depois da guerra estar á nossa frente, directamente, nunca desbravando ou derrotando supostos imbatíveis arredores á espera de recompensa que sabemos nunca chegar.

Abraço solidário